Serviço funerário: o que um plano funeral cobre?

Evitamos pensar sobre ela, mas a morte é um assunto que não pode ser deixado de lado. Isso porque, além de nos prepararmos psicologicamente, precisamos pensar nos aspectos burocráticos e financeiros que surgem no momento do falecimento. Nesse sentido, é importante contar com o auxílio de uma empresa especialista em serviço funerário.

Contar com um bom serviço funerário é essencial para tornar o processo de luto menos doloroso, já que evita gastos desnecessários num momento tão delicado. Neste artigo, falaremos sobre o plano funeral e quais serviços ele oferece.

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Como funciona o plano funeral

Conforme o próprio nome indica, o serviço funerário é acionado quando alguém falece. Nesse momento, se a pessoa havia contratado um plano funeral anteriormente, a empresa se responsabiliza por resolver os trâmites burocráticos que virão a seguir.

Assim, basta que a família acione a empresa para que os funcionários cuidem de todos os aspectos que envolvem a liberação do corpo, o funeral e o sepultamento. Um dos principais benefícios desse tipo de serviço é que não há preocupação com questões práticas e financeiras: tudo já foi acordado e pago anteriormente.

Aqui, cabe uma distinção entre plano funeral e auxílio funeral. No plano funeral, o usuário faz um pagamento mensal para, futuramente, receber a assistência necessária no momento do falecimento. Por outro lado, o auxílio funeral funciona como um tipo de seguro, em que a família receberá o reembolso pelos gastos realizados.

No plano funeral, não há o reembolso, mas há a tranquilidade de poder viver o luto junto aos familiares e amigos, sem ter que se preocupar com documentos e outras questões. Trata-se de uma forma de planejar o bem-estar daqueles que ficam.

Que tipo de serviço funeral o plano de assistência cobre?

Dependendo do contrato feito com a empresa, o serviço funeral oferecido irá variar. No entanto, normalmente a família poderá contar com a assistência nos seguintes aspectos:

  • Atendimento 24h por dia;
  • Liberação do corpo;
  • Documentação necessária para o funeral e sepultamento/cremação;
  • Taxas para realização dos procedimentos;
  • Preparação do corpo (tanatopraxia);
  • Fornecimento da urna funerária;
  • Traslado do corpo para o local do velório e sepultamento;
  • Locação da sala de velório;
  • Empréstimo de gaveta nos cemitérios;
  • Cremação.

Como escolher um serviço funeral?

Existem diversas empresas que oferecem esse tipo de assistência após o falecimento. Para fazer uma escolha assertiva, você deve considerar alguns aspectos importantes. Antes de tudo, é preciso avaliar a reputação da empresa, observando o nível de satisfação dos clientes.

Em seguida, é preciso conhecer os serviços funerários oferecidos e quais são os planos que cada uma oferece. Normalmente, quanto mais pessoas puderem ser incluídas no contrato, maior será o valor. Observe também se a cobertura do plano é nacional ou apenas estadual.

Outro ponto essencial são os canais de atendimento da empresa: descubra se a empresa deve ser contatada apenas por telefone ou se disponibiliza atendimento virtual. Ser acolhido e bem-tratado é indispensável em qualquer ocasião, ainda mais em um momento de luto e dor.

Neste artigo, falamos sobre o serviço funerário prestado pelas empresas de assistência, explicando como funciona a sua cobertura.

A Viva Mais Plan oferece o suporte necessário à família no momento do luto. Assim, você evita desconfortos, burocracias e gastos abusivos em uma ocasião tão delicada.

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Testamento: o que é e como fazer?

A maioria das pessoas evita pensar ou falar sobre a morte, seja a sua própria ou a de entes queridos próximos. No entanto, precisamos nos preparar para esse acontecimento inevitável, para que possamos lidar com o luto da melhor forma. Contratar um serviço de assistência funerária e escrever um testamento são excelentes formas de se planejar.

O testamento é utilizado para detalhar como deve ser feita a partilha de bens, além de expressar outras vontades do falecido. Neste artigo, falaremos sobre esse documento tão importante e como deve ser elaborado.

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O que é testamento

Conforme dissemos, o testamento é o registro da forma como uma pessoa deseja que seus bens sejam partilhados após o seu falecimento. Porém, de acordo com a lei, o testador só pode decidir livremente o que será feito com a metade de seu patrimônio. A outra metade deve ser repartida entre os herdeiros necessários.
Pela regra, os herdeiros necessários são:

  • Cônjuge: marido, esposa, companheiro ou companheira;
  • Descendentes: filhos, netos, bisnetos;
  • Ascendentes: pais, avós, bisavós.

Sem o testamento, os bens do falecido serão distribuídos segundo os critérios legais. Isso pode tornar a partilha mais lenta e aumentar a disputa entre os herdeiros. Desta forma, o documento é uma forma de oferecer tranquilidade para aqueles que ficam, após a sua morte.

Tipos de testamento

Existem três tipos de testamento, cada um com suas particularidades e seus níveis de confidencialidade. Confira a seguir:

Público

Apesar do nome, o testamento público é sigiloso. Ele deve ser feito no tabelionato de notas, na presença do tabelião e duas testemunhas. No entanto, para ser testemunha, a pessoa não pode estar entre aquelas que irão receber uma parcela do patrimônio.
O conteúdo somente será revelado aos herdeiros após a apresentação da certidão de óbito do testador. Manter a confidencialidade é uma obrigação dos cartórios.

Particular

Nesse caso, o testamento não precisa ser validado em cartório, mas deve ser assinado por três testemunhas, que também não receberão parte do patrimônio. Apesar de ser mais barata, por dispensar os serviços do cartório, essa modalidade é menos segura, porque não há registro público de sua existência.

Para ser validado, o testamento particular precisa ser avaliado pelo juiz e pelo menos uma das testemunhas deve estar viva na ocasião de sua abertura.

Fechado

Menos comum, o testamento fechado é pouco recomendado e conta com um ritual para ser elaborado. O testador deve ir até o tabelionato, acompanhado de duas testemunhas para assinatura. Nesse caso, apenas o autor sabe o conteúdo do documento.

O envelope é costurado e lacrado com cera quente marcada pelo carimbo do cartório. Apesar de haver o registro público do documento, podem existir irregularidades, já que o testador pode não considerar a parcela mínima para os herdeiros necessários.

Depois dessas informações, a resposta sobre como fazer um testamento se torna mais clara. Qualquer pessoa maior de 16 anos de idade pode redigir esse documento como expressão de sua vontade. Para isso, basta procurar um cartório ou fazê-lo em casa, sempre com a presença de testemunhas.
Não é necessária a presença de um advogado para essa situação, mas a consultoria do profissional pode ser importante para que não haja nenhuma inconsistência.
Nesse sentido, o testamento público parece ser a melhor opção, já que o testador poderá contar com o auxílio do tabelião para construir o documento da maneira correta.

Neste artigo, falamos sobre o testamento e como ele deve ser feito. Existem diversas outras questões a serem consideradas, portanto, contar com a assessoria de uma pessoa qualificada é importante nesse momento.
A Viva Mais Plan acredita que devemos nos preparar para oferecer tranquilidade para nossos familiares após o nosso falecimento.

Entre em contato conosco e saiba como nossos planos funerais podem te ajudar nesse sentido!

Autópsia: o procedimento é necessário em todos os casos de morte?

Nos filmes de investigação criminal, geralmente esse procedimento está presente. A autópsia é feita para ajudar os investigadores a determinar as causas da morte de uma pessoa.

Porém, pode surgir uma dúvida nesse momento: a autópsia é obrigatória em todos os casos? Neste artigo, vamos responder o questionamento e explicar como o exame é feito.

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O que é autópsia?

No primeiro parágrafo, já respondemos à pergunta: autópsia é o procedimento feito por um especialista para determinar as razões pelas quais uma pessoa faleceu. Durante o exame, o médico analisa as condições clínicas e patológicas do paciente, encontrando as razões pelas quais ele veio a óbito.

De modo geral, existem dois tipos de morte: por causas naturais (internas) e por causas externas. As causas naturais incluem derrames, infartos, câncer ou doenças infecciosas. Por outro lado, as causas externas são os acidentes de carro, quedas, violência, entre outros.

A autópsia ou necropsia irá determinar com exatidão as causas do óbito. Nesse sentido, a técnica pode ajudar os familiares a lidar com a perda, entendendo porque a morte aconteceu e vivenciando o luto de forma digna.

Quando a autópsia deve ser feita?

Conforme dissemos anteriormente, as mortes acontecem por causas internas ou externas. No entanto, a autópsia é obrigatória somente nos casos em que a pessoa faleceu em acidentes ou em situações de violência.

Nessas situações, o corpo passa a ser considerado propriedade do estado e é enviado ao Instituto Médico Legal (IML) para que uma perícia seja feita. O responsável pela autópsia é o médico legista, profissional capacitado e treinado para a função.

Por outro lado, se a morte aconteceu por causas naturais, é a família quem decide se irá realizar a autópsia ou não. De qualquer forma, será necessário que o médico que estava acompanhando o paciente assine a sua declaração de óbito, para que o corpo possa seguir para o funeral.

Se a causa da morte natural não estiver bem esclarecida, o próprio médico pode solicitar a autópsia, para obter maiores esclarecimentos. Nessas situações, o corpo é enviado não para o IML, mas para o Serviço de Verificação de Óbito (SVO).

Como é feita?

Depois de entender o que é autópsia, é hora de entender como ela é feita. Nesse momento, são feitas análises externas e internas do corpo, que irão minuciosamente detectar qualquer pista sobre a causa da morte.

Algumas etapas da autópsia são:

  • Pesagem do corpo;
  • Análise das vestimentas, acessórios e objetos de valor;
  • Identificação de resíduos de pólvora ou outras substâncias;
  • Verificação de tatuagens ou cicatrizes;
  • Detecção de ferimentos prévios ou que possam ter causado a morte;
  • Exame minucioso dos órgãos internos.

Neste artigo, falamos sobre a autópsia e quando esse procedimento deve ser feito. Trata-se de uma técnica bastante utilizada em investigações criminais, mas que também pode ser feita em casos de morte natural.

No blog da Viva Mais Plan, você confere muito mais conteúdos como esse, além de dicas de saúde e de como lidar com o luto.

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Vacinação contra a Covid-19: a importância de se imunizar

Atualmente, um dos assuntos mais comentados no mundo é a vacinação contra a Covid-19. Essa é uma grande conquista da ciência moderna, que em tão pouco tempo conseguiu produzir imunizantes de qualidade para a população do mundo.

No entanto, muitas pessoas ainda têm receios sobre a vacinação, desconfiando de sua eficácia. Assim, é preciso realizar um trabalho intenso de conscientização, demonstrando que se vacinar é tão importante quanto outros cuidados com a saúde.

Neste artigo, falaremos sobre a importância da vacinação e como as reações são comuns e naturais. Continue a leitura para saber mais!

Dúvidas sobre a vacinação: é seguro?

A principal dúvida que tem surgido nesse momento é sobre a segurança das vacinas. Afinal, quais são os possíveis riscos que elas trazem? Existem efeitos colaterais?

Depois de tanto tempo na expectativa pela vacina da Covid-19, hoje temos diversas opções de imunizantes sendo aplicadas com segurança na população mundial. Apesar do seu caráter emergencial, as vacinas contra o coronavírus são seguras e foram desenvolvidas com a colaboração de diversas autoridades internacionais.

Além disso, não podemos deixar de citar o trabalho dos institutos reguladores como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), que colocam rígidos padrões de qualidade na fabricação e distribuição das vacinas. Com todo esse cuidado, a imunização contra a Covid-19 é extremamente segura.

Reações adversas

Assim como qualquer outro medicamento, a vacina pode provocar reações. Essa é uma resposta natural de nosso corpo, afinal de contas, ele está entrando em contato com um “agente estranho”.
As vacinas são feitas a partir dos antígenos, ou seja, a parte dos vírus que são capazes de causar a doença. No entanto, nas doses do imunizante, esses vírus estão inativos ou mortos, sendo totalmente seguros para o nosso corpo.

Vacinas são projetadas para nos dar imunidade a uma doença sem precisarmos adquiri-la. É por isso que nosso corpo reage: está aprendendo como deve agir quando entrar em contato com o vírus, para poder produzir os anticorpos adequados.


Dessa forma, é comum que as pessoas tenham as seguintes reações:

  • Dor no local da aplicação;
  • Febre;
  • Fadiga;
  • Dor de cabeça;
  • Dor muscular;
  • Diarreia.

Normalmente, esses sintomas duram pouco tempo, cerca de dois ou três dias. Em alguns casos, pode não haver nenhuma reação, o que indica que cada organismo funciona de maneira diferente.

A reação à vacina é uma forma de comprovar que ela foi eficaz e que seu corpo está construindo a proteção necessária contra o antígeno. Por outro lado, se não houver reação, não indica o contrário – apenas que cada corpo é único.

Entender a importância da vacinação é compreender que não se trata apenas de cuidar da própria saúde: vacinar é participar de um pacto coletivo. Quanto mais rápido a imunização avançar, mais rápido poderemos retomar nossa vida.

Depois de tantas perdas e de termos que enfrentar o luto por muitos amigos e familiares, a vacina nos traz duas doses de esperança.

Portanto, quando chegar a sua vez, não deixe de se vacinar. Os efeitos colaterais são comuns e costumam ser brandos. Proteja sua saúde e a daqueles que você ama!

A Viva Mais Plan acredita que a vacinação é essencial para o combate à Covid-19 e que devemos nos preparar para vivermos dias melhores, com saúde e bem-estar.


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Exercícios para fazer em casa e cuidar da saúde na pandemia

Os cuidados com a saúde sempre foram essenciais. Porém, com a pandemia de Covid-19, isso tem se tornado uma prioridade ainda maior. Após tanto tempo de isolamento, é importante buscarmos exercícios para fazer em casa, para nos manter em movimento e cuidar de nosso corpo.

Os exercícios para fazer em casa são inúmeros e você deve selecionar os melhores de acordo com o seu nível de condicionamento físico. Neste artigo, preparamos uma lista com algumas dicas que contemplam desde iniciantes até pessoas bastante ativas.

Continue a leitura e confira!

Exercício físico não é só academia

Antes de mais nada, é preciso se preparar para realizar os exercícios em casa. Confira o checklist a seguir:

  • Escolha roupas e calçados adequados para atividade física, que permitem a mobilidade e absorvem o impacto de forma a minimizar o risco de lesões;
  • Se possível, passe por uma avaliação física de um profissional antes de iniciar as atividades;
  • Faça um aquecimento e/ou alongamento antes de iniciar os exercícios, para preparar o seu corpo;
  • Se você não costuma fazer exercícios e não conhece os movimentos corretos, o ideal é assistir aulas online ou lives, para entender como executar as atividades.

5 exercícios para fazer em casa

Agora, confira nossa ideia de treino para fazer em casa:

  1. Polichinelo: esse exercício estimula o sistema cardiorrespiratório e melhora o condicionamento físico. Faça 4 séries de 1 minuto cada.
  2. Agachamento: lembre-se de manter o tronco ereto e as pernas em 45 graus, como se fosse se sentar em uma cadeira. Faça 4 séries de 10 ou 15 repetições cada.
  3. Abdominal grupado: esse exercício estimula bastante a região abdominal, porque os movimentos das pernas e dos braços acontecem ao mesmo tempo. Faça 4 séries de 15 a 20 repetições cada.
  4. Flexão de braço: para os iniciantes, o ideal é fazer esse exercício com os joelhos apoiados. Faça 3 séries de 8 a 12 repetições.
  5. Prancha abdominal: o truque para melhorar o equilíbrio durante esse exercício é não prender a respiração e manter o alinhamento da coluna. Faça 3 séries de pelo menos 30 segundos cada.

Encontrar bons exercícios para fazer em casa é essencial para nos mantermos em movimento. Isso contribui não apenas para a nossa saúde física, mas também para o nosso bem-estar emocional, além de aumentar a autoestima.

Pensar em nosso presente é também planejar o futuro. Por isso, a Viva Mais Plan conta com diversos benefícios para você cuidar da sua saúde e da sua família, além dos planos funerais.

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Telemedicina: o que é e como funciona

Vivemos em um mundo altamente tecnológico, com grande presença de ferramentas digitais. Isso não seria diferente com a área da saúde, que cada vez mais tem se beneficiado dos recursos da telemedicina.

Potencializada pela pandemia de Covid-19, a prática da telemedicina já era uma tendência no Brasil e no mundo. Essa é uma forma moderna de promover cuidados com a saúde e bem-estar da população, especialmente de pessoas que vivem em regiões de difícil acesso.

A telemedicina é utilizada em diversos países de forma segura e legalizada – e tem ajudado a romper grandes barreiras físicas e tecnológicas.

Continue a leitura para entender mais sobre o assunto!

O que é telemedicina?

É fácil entender o que é telemedicina observando a origem da palavra. Ela é formada pelo prefixo “tele”, que indica que algo está longe ou é feito à distância. Desta forma, telemedicina é utilizada para denominar toda prática médica realizada remotamente.

Atualmente, essa modalidade de telessaúde utiliza a internet como principal forma de comunicação e assistência entre médicos, pacientes, clínicas, hospitais e demais profissionais da saúde.

À primeira vista, muitas pessoas acreditam que a telemedicina se resume à teleconsulta, mas ela vai muito além disso. Existem outras frentes que podem ser exploradas e potencializam a qualidade do atendimento em saúde:

  • Teleassistência: os pacientes são monitorados à distância, geralmente com a ajuda de equipamentos modernos que enviam seus dados clínicos para os médicos responsáveis.
  • Teleconsulta: pode ser realizada tanto entre médicos, para discussão de casos, quanto entre médicos e pacientes.
  • Emissão de laudos à distância: os exames de imagem ou laboratoriais podem ser avaliados por especialistas conectados à internet em qualquer lugar do mundo.
  • Teleducação: promove capacitação e aprimoramento profissional, principalmente aos médicos distantes dos grandes centros.

A telemedicina no Brasil

No mundo, a prática surgiu na década de 1960. No entanto, a telemedicina no Brasil só chegou em 1985, com a disciplina de Informática Médica da Faculdade de Medicina da USP. Ainda assim, no início, era praticamente impossível de se imaginar o potencial que a ferramenta teria.

Em nosso país, a vertente mais utilizada é a emissão de laudos online. No entanto, muitas universidades têm feito um grande esforço para promover e disseminar o uso de outras modalidades da telessaúde.

Com a pandemia de Covid-19, o Conselho Federal de Medicina autorizou o uso da telemedicina como forma de combate ao vírus. Assim, é possível oferecer assistência à saúde da população, que deve continuar com os seus exames de rotina e cuidados usuais.

Benefícios da medicina à distância

Conforme dissemos, a principal vantagem da telemedicina é encurtar as distâncias, oferecendo cuidados em saúde para pacientes que antes não teriam acesso a esses recursos.

Além disso, podemos citar outros benefícios:

  • Descentralização da assistência médica, diminuindo o deslocamento dos pacientes;
  • Maior troca de informações entre os serviços de saúde, contribuindo para a integração de pesquisas clínicas;
  • Ampliação do contato entre pacientes e médicos, permitindo o acesso a profissionais e hospitais de referência;
  • Redução do tempo de atendimento e economia dos custos operacionais.

Existem diversos outros benefícios proporcionados pela telemedicina, que tem se consolidado cada vez mais em nosso país. Por meio da tecnologia, é possível oferecer mais saúde e qualidade de vida para a população.
A Viva Mais Plan acredita que a prevenção e o planejamento são importantes aliados para vivermos uma vida mais plena.

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Funeral: como organizar a despedida de um ente querido

Lidar com a morte de um familiar ou amigo próximo é sempre um momento delicado. Em meio a tanta dor, surge uma grande responsabilidade: organizar o funeral. Aqueles que nunca tiveram contato com a realização desse tipo de cerimônia normalmente desconhecem a quantidade de processos a serem resolvidos.

Portanto, neste artigo, falaremos sobre como organizar um funeral e proporcionar uma bela cerimônia de despedida para alguém querido.

Continue a leitura e saiba mais!

A importância do funeral

O funeral é a forma como nos despedimos de alguém que faleceu. Dependendo da cultura do país e das crenças da família, a cerimônia terá um formato ou outro.

O que permanece o mesmo é o carinho e o desejo de proporcionar uma última lembrança daqueles que amamos.

O velório e o sepultamento são duas etapas fundamentais para o processo de luto dos familiares e amigos que ficaram. Portanto, é essencial que corra tudo bem, sem nenhum transtorno desnecessário.

Como organizar a cerimônia

Conforme dissemos, existem diversas questões a serem consideradas na hora de organizar a despedida de um ente querido.

A seguir, preparamos um passo a passo para te ajudar nesse momento tão delicado. Confira!

1. Respeite as preferências do falecido

Frequentemente, as pessoas expressam vontades e desejos para o momento de seu funeral. Orientações como a opção pela cremação ou sepultamento são as mais comuns – e devem ser respeitadas.
Detalhes como uma flor ou cor preferida também serão muito importantes para proporcionar uma despedida ainda mais memorável.

2. Defina o local do velório

Definir o local onde o corpo será velado é essencial: preferencialmente, a sala de velório deve ser próxima ao local do sepultamento ou cremação. Além disso, escolher um local de fácil acesso aos familiares e amigos também é importante.

Em alguns cemitérios e crematórios existem salas para velório, o que certamente facilita o processo de traslado do corpo.

3. Cuide da documentação necessária

Infelizmente, a burocracia está presente até mesmo nas ocasiões em que perdemos alguém. Sem a documentação necessária, você não conseguirá liberar o corpo para o funeral – por isso, fique atento a essas questões.

Se o falecimento aconteceu em ambiente hospitalar, a própria equipe médica emite a declaração de óbito. A seguir, é preciso consultar a funerária contratada para descobrir quais são os próximos procedimentos.

4. Avise os amigos e familiares

Muitas pessoas podem querer dar um último adeus ao seu ente querido que faleceu. Por isso, não deixe de informar os familiares e amigos mais próximos sobre o funeral, informando a data, horário e local da cerimônia.

No caso de pessoas públicas ou que eram bem conhecidas, pode-se criar um post nas redes sociais informando sobre o velório e o sepultamento.

5. Prepare as homenagens

Por fim, não podemos deixar de citar as homenagens, uma linda forma de nos despedirmos de quem está partindo. Esse é um momento bastante particular, que depende da personalidade e dos gostos do falecido, mas trouxemos algumas ideias:

  • Discursos;
  • Orações;
  • Flores;
  • Músicas ou hinos de times;
  • Chuva de pétalas;
  • Soltura de balões.

Neste artigo, falamos sobre a importância do funeral e como organizar a cerimônia para despedida de um ente querido. São diversas questões a serem resolvidas e a maioria delas pode ser assumida por uma empresa de assistência funeral.

A Viva Mais Plan oferece o suporte necessário às famílias na ocasião do falecimento. Dessa forma, você evita a burocracia e os gastos abusivos nessa hora tão delicada.

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Procedimentos após falecimento: quais são as providências iniciais?

Perder um ente querido é uma experiência difícil, especialmente se você é o responsável por resolver os principais procedimentos após falecimento. São muitas questões burocráticas que devem ser resolvidas, o que pode tornar o processo de luto ainda mais doloroso para os familiares.

Conhecer os procedimentos após falecimento de um familiar é essencial para que você possa se planejar para tornar esse momento menos angustiante.

Continue a leitura e descubra o que fazer logo após a morte de uma pessoa.

Primeiras providências

Acima de tudo, os primeiros procedimentos após falecimento são burocráticos, mas exigem que o responsável esteja em condições de resolvê-los. A primeira providência, por exemplo, é obter uma declaração legal de morte.

Se o seu ente querido estava em um hospital ou sob cuidados paliativos, o médico ou a enfermeira responsável poderão cuidar do documento. Por outro lado, se ele faleceu em casa, o ideal é acionar o serviço do SAMU, ligando para o número 192.

É somente com a declaração de óbito que você irá conseguir resolver as próximas etapas, tais como providenciar a doação de órgãos. Verifique a carteira de motorista de seu familiar ou tente descobrir se ele desejava doar seus órgãos.

Em caso positivo, avise a equipe do hospital logo em seguida, porque essa é uma ação que deve ser feita imediatamente após a morte.

Notifique os familiares e amigos próximos

Uma das tarefas mais difíceis sobre o que fazer quando alguém morre é justamente dar a triste notícia aos familiares e amigos próximos. Não há uma única maneira de fazer isso: em alguns casos, a melhor opção é contar pessoalmente ou por telefone.

Em contrapartida, há quem prefira passar uma mensagem com o comunicado. Se preferir, divida essa responsabilidade com outras pessoas da família.

Organize o funeral

Os próximos procedimentos após falecimento envolvem a organização do velório e do sepultamento. Nesse momento, é preciso verificar se o seu ente querido possuía algum plano funerário ou realizou pagamentos prévios ao cemitério, por exemplo.

Se ele havia contratado o serviço de assistência funerária, será a empresa que tomará as próximas providências – e você não terá que se preocupar com mais nada.

Por outro lado, se não houver essa cobertura, existem etapas a serem cumpridas:

  • Organizar a documentação necessária para apresentar à funerária e ao cemitério;
  • Acionar a funerária para realizar o velório;
  • Providenciar o sepultamento ou a cremação, conforme o desejo expresso por seu ente querido ainda em vida.

Outros cuidados

Normalmente, não pensamos muito sobre o que fazer quando uma pessoa morre. No entanto, além de providenciar a documentação e organizar o funeral, também é preciso adotar medidas práticas.

Algumas ações que podemos citar são:

  • Oferecer cuidados para dependentes ou animais de estimação do falecido;
  • Proteger as propriedades do falecido, trancando a casa e/ou o carro;
  • Notificar o empregador da pessoa que morreu e verificar sobre possíveis salários devidos e benefícios.

Neste artigo, falamos sobre os procedimentos após falecimentos que devem ser tomados pelos familiares mais próximos. Conforme você pode perceber, são diversas questões burocráticas que devem ser resolvidas.
Ao contratar os planos funerários da Viva Mais Plan, você contará com uma equipe especializada para resolver esses processos, podendo viver um luto mais digno.

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Mamografia: a importância do exame no diagnóstico de câncer de mama

A mamografia é o principal exame utilizado para o rastreio do câncer de mama e contribui imensamente para a realização do diagnóstico precoce da doença. Trata-se de um exame de imagem que deve fazer parte do check up médico de mulheres acima de 40 anos e que pode ajudar a até mesmo a salvar vidas.

Neste artigo, falaremos sobre como é feita a mamografia e qual a sua importância para a saúde das mulheres. Continue a leitura e saiba mais sobre o assunto!

O que é e como é feita a mamografia?

A mamografia é um raio-x das mamas, feito em um equipamento chamado mamógrafo. Na hora do exame, a paciente deve colocar suas mamas entre as duas placas do aparelho, que as comprime para obter as imagens.
Trata-se de um procedimento simples, porém pode causar certo desconforto.

No entanto, o exame de mamografia é rápido, durando cerca de 15 a 25 minutos. A taxa de radiação emitida pelo mamógrafo é baixíssima, mas gera imagens detalhadas e com alta resolução da estrutura interna da mama.

O preparo para a mamografia é descomplicado. A recomendação é ir com roupas leves no dia do exame e não utilizar desodorante ou talco, já que podem alterar a qualidade das imagens.

Importância da mamografia

Conforme dissemos anteriormente, a mamografia é um exame de mama que ajuda a identificar lesões benignas e cânceres em estágio inicial. O procedimento é capaz de reconhecer tumores menores de um centímetro, que normalmente não são detectados no autoexame ou mesmo em exames clínicos.

O diagnóstico precoce é fundamental para aumentar as chances de cura das pacientes com câncer de mama: a taxa chega a até 95%. Se descoberto nas fases iniciais, o tratamento também será mais eficaz e menos agressivo.

Sobretudo, é necessário ressaltar que o autoexame é importante para que as mulheres conheçam o seu corpo e percebam alterações suspeitas, mas ele não substitui a mamografia.

Não se pode atribuir aos próprios pacientes a responsabilidade de detecção da doença, uma vez que não possuem treinamento em saúde. Além disso, quando o nódulo é palpável, já está maior do que um centímetro. O ideal é que sua identificação seja feita ainda mais brevemente.

Quando realizar esse exame?

Autoridades médicas indicam que mulheres devem realizar a mamografia de rotina anualmente a partir dos 40 anos. No entanto, para pacientes com risco aumentado, a idade inicial e a periodicidade é menor. Confira os grupos de risco:

  • Pacientes com histórico familiar de câncer de mama antes dos 50 anos (mães e/ou irmãs);
  • Mulheres com histórico familiar de câncer de ovário ou câncer de mama masculino.

Nos casos citados acima, o ideal é que as pacientes procurem acompanhamento de um mastologista a partir dos 30 anos de idade.

Neste artigo, falamos sobre a importância da mamografia e como esse exame é feito. Trata-se de um recurso simples, que contribui para o diagnóstico precoce do câncer de mama e para a redução da mortalidade pela doença.

A Viva Mais Plan conta com um benefício exclusivo para você cuidar de sua saúde com muito mais economia e confiança!

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Por que fazer o check up médico periodicamente?

Cuidar da saúde não envolve apenas fazer exercícios e ter uma alimentação equilibrada. Precisamos também nos preocupar com nosso bem-estar mental, além de realizar os famosos exames de rotina, para verificar o estado geral de nosso corpo.

Neste artigo, falaremos sobre a importância de realizar os exames de rotina e quais são as principais avaliações que devem ser feitas.

Continue a leitura e saiba mais!

Qual a importância de realizar exames frequentemente?

Os exames de rotina são essenciais para avaliar o nosso estado de saúde e prevenir uma série de doenças. Grande parte das enfermidades são silenciosas, tais como a diabetes, o colesterol e a hipertensão. Por isso é tão importante realizar um check up médico com certa periodicidade.

Nessas ocasiões, é feita uma série de exames clínicos, laboratoriais e de imagem, que permitem identificar doenças assintomáticas e potencialmente fatais. O câncer, por exemplo, é uma das condições em que a prevenção e o diagnóstico precoce são as principais armas de combate.

Portanto, os exames de rotina são uma forma de cuidar do nosso maior bem: nossa saúde!

Com qual frequência realizar os exames de rotina?

Quem irá determinar a frequência com que você deve fazer seus exames de check up será o seu médico de confiança. Porém, existem algumas recomendações gerais, que mostraremos a seguir:

  • Adultos saudáveis: a cada dois anos;
  • Pessoas com doenças crônicas como diabetes, hipertensão e câncer: a cada seis meses;
  • Pessoas no grupo de risco para desenvolver doenças (obesos, fumantes, sedentários e com colesterol elevado: uma vez por ano.

Principais exames de rotina

Conforme dissemos, o check up médico completo envolve diversos tipos de exames – desde os físicos até os laboratoriais e de imagem.
Conheça os principais exames que devem ser feitos periodicamente:

  • Hemograma completo: avalia o estado das hemácias, plaquetas e glóbulos brancos do sangue.
  • Glicemia em jejum: verifica o nível de glicose no sangue, essencial para identificar casos de diabetes e pré-diabetes, além de ajudar no controle da doença.
  • Colesterol e triglicérides: mede os níveis de gordura no sangue, que pode causar entupimento dos vasos, infarto ou derrame.
  • Ureia e creatinina: avalia o funcionamento dos rins, identificando alterações assintomáticas.
  • TGO e TGP: estão relacionados ao funcionamento do fígado, que pode apresentar alterações em casos de doença celíaca, hipotireoidismo, pancreatite e infarto.
  • TSH e T4 Livre: avalia o funcionamento da glândula tireóide, constatando doenças como hipotireoidismo ou hipertireoidismo.
  • Exames de urina: analisa os componentes presentes na urina que possam indicar doenças sistêmicas.
  • Eletrocardiograma: feito em consultório médico, para avaliar a atividade elétrica do coração, identificando problemas cardíacos.
  • Ecocardiograma: espécie de ultrassom que analisa o fluxo sanguíneo dentro das cavidades do coração.
  • Teste ergométrico: é feito em uma esteira ergométrica para avaliar o funcionamento do sistema cardiovascular sob estímulo.

Neste artigo, falamos sobre a importância de realizar exames de rotina periodicamente, além de citar os principais testes que devem ser feitos. Cuidar da nossa saúde é essencial, principalmente em tempos como o que estamos vivendo.

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